O Criadouro Gloster da Serra
Como tudo começou...
Foi no ano de 2006 que Marcelo, ao visitar seu tio Antonio, se encantou com a graciosidade de uma pequena canária branca pintada sem topete, da raça Gloster.
Como sua admiração pela beleza dessa ave foi latente, ganhou-a de presente. Esta foi a pedra fundamental do Criadouro Gloster da Serra.
Iniciava-se, neste momento, a busca por um exemplar que viesse a formar apenas um casal, como era inicialmente a sua intenção. Morador de Jundiaí, acabou sabendo que um dos melhores criadores da raça no Brasil estava aqui: o Sr. Dorival Bissoli.
Então Marcelo o contatou e foi prontamente recebido em sua residência. Mostrou-lhe os exemplares que tinha disponível e que poderiam servir em um plantel e, por ter gostado, adquiriu um macho branco pintado de topete.
Mas o problema continuava, pois não tinha um macho que servisse para a fêmea que havia ganho. Na busca em formar apenas um casal, iniciou-se então a criação com oito casais.
Um novo hobbie e novos amigos...

Ainda, fez novas amizades como: Dorival Bissoli, Zílio, Cel. Castro, Dimas (Casa do Gloster), Roloff, Everson (Arapongas), Glauco (SAL), Ângelo Spagnollo, Sardonelli, Valter Canhaci, Marcos Florin e muitos outros que contribuem para o engrandecimento desta maravilhosa raça de canários.
Também não poderia deixar de citar seu amigo Hélio Moraes Júnior, ex-integrante do Criadouro Marvado, companheiro de trabalho e que o contagiou ainda mais com o “vírus” de criar canários.
Já o nome escolhido foi devido a duas admirações de Marcelo: a raça de canários que escolhida e a Serra do Japi, uma reserva ambiental situada entre Jundiaí, Cabreuva e Cajamar.







